” Como estou emocionada com este livro Três Vírgula Quatro Graus na Escala Richter!

Este livro fala de coisas simples, mas que são intensas no dia a dia daquelas ou daqueles que guardam os seus ” nãos”.

Estou ali presente como esposa, que um dia fui, como filha e como mãe. Me senti muito representada pela protagonista da obra, Senhora Madona, e a sensação de abrir a porta e sair descalça sem querer saber se estou deixando rastro ou não, foi libertador para mim.

Muito obrigada por essa leitura enriquecedora e cheia de sensibilidade.”

Karine Mascarenhas – Dançarina e Professora – Arraial D’ajuda/Bahia

” Eu relutei em escrever isso. Eu li seu livro Três Vírgula Quatro Graus da Escala Richter Graus querendo uma resposta para o que eu estava querendo fazer: terminar um relacionamento. Acabou que, ao fim do livro, percebi que não era capaz de fazer aquilo. Eu acabei me identificando mais com a Senhora Marta. No dia que terminei foi um vazio… E aí o que acontece depois? A gente que é criada em uma família que a mãe e o pai vivem brigando e que algumas daquelas coisas acontecem como manias de arrumação, representações, etc…, acaba se acostumando e achando que a vida é assim.


Estou em desconstrução. O relacionamento continuou apesar das inseguranças e fui fazer análise para entender essas problemáticas das relações com as pessoas, na vida amorosa e no trabalho. Procurei exatamente por isso. Eu sei que livro nenhum tem resposta, mas mesmo assim fui tentar encontrar. Como se fosse uma receita.

Foi maravilhoso ler este livro. E espero lê-lo novamente outras vezes, agora com outros sentimentos, sem essa expectativa por achar uma resposta. Que você continue escrevendo sempre para nos encher de curiosidade, procura e essa mistura doida de sentimentos que não é nem possível descrever.

Dira Souza é artista e produtora cultural – Porto Seguro/BA

“ Gostei muito de conhecer essa peça de Éder Rodrigues. A metáfora dos abalos sísmicos com os abalos familiares, a voz dada àquela que nos lares geralmente é apagada chegando a se assemelhar a coisa, o apagamento da identidade do “provedor” da casa, sendo chamado apenas por “o marido”. O teatro do absurdo com aliança forte com a realidade. Por ironia do destino, um livro que trata de abalos e a foto primeira que tiro para publicar esta resenha sai assim: tremida! Decidi publicá-la assim mesmo. Recomendo fortemente a leitura.” Laís Mascarenhas